VOLTAMOS! YAY!
Não sei ao certo como
minha paixão por Audrey Hepburn começou, mas me lembro de querer muito assistir
“Bonequinha de Luxo”, outra vontade que também não sei como surgiu. Mas, me
lembro muito bem das duas semanas em que passei tentando baixar o filme e da
ansiedade que me corroía por dentro (sim, este é o relato de uma pessoa que não
tinha uma internet nada digna). Depois de todo esse esforço, consegui assistir
ao filme e foi aí que me apaixonei perdidamente por Holly, Sabrina, Jo,
Princesa Ann e Eliza. Desde então tenho tentado aos poucos reunir a filmografia
desta atriz que marcou a história do cinema. Mas nessa tentativa, acabei por
descobrir minha paixão por alguns filmes em especial.
Bonequinha de Luxo (Breakfast At Tiffany’s)
O filme é de 1961,
baseado no romance de Truman Capote (<3) e conta a história de Holly
Golightly, uma acompanhante de luxo que quer a todo custo se casar com um homem
rico, mas acaba se tornando amiga de um escritor recém-chegado a cidade. Junto
com seu gato sem nome, Holly descobre algumas coisas da vida e acaba se
envolvendo com um brasileiro (“José da Silva Pereira”), o que acaba colocando-a
em uma confusão.
Tá, o filme pode nem
parecer tanta coisa assim (e minha sinopse pode estar muito a cara da Sessão da
Tarde), mas acreditem, eu simplesmente AMO este filme e sempre que posso encho
a paciência das pessoas mais próximas para assistir. O que não sei de verdade é
se me apaixonei pelo gato, pela fotografia fofíssima do filme, ou pelos olhos
azuis de Paul V-A-R-J-A-C-K, aka
Fred. Além de tudo isso, o filme teve
uma grande influência na moda, quem nunca se deparou com referências àquele
vestido preto que Holly usa para tomar seu café na Tiffany’s?!
Para quem se interessar,
o filme está disponível na Netflix!
Sabrina
(Sabrina)
A história é de puro
romance! O filme acompanha a vida de Sabrina, que é filha do motorista de uma
família rica dos Estados Unidos, os Larabee,
e o fato de que ela é apaixonada por um dos irmãos. Mas Sabrina nunca foi
notada da forma que desejava e vai para Paris estudar gastronomia. Depois de um
tempo ela volta para os Estados Unidos, completamente diferente da garotinha
boba e indefesa que era ela começa então a despertar alguma coisa em sua Crush antiga. Mas as coisas são bem
diferentes desta vez!
Em preto e branco, os
figurinos chamaram tanta atenção que foram os responsáveis por render ao filme
o Oscar de Melhor Figurino em 1955. Com a leveza de um típico filme de romance
antigo, ele consegue cativar de uma forma que me fez ficar em sérias dúvidas
sobre qual destes filmes é o meu #Top1.
hahaha Em 1995, “Sabrina” ganhou um
remake com Harrison Ford em seu trio principal.
A
Princesa e o Plebeu (Roman Holiday)
FOFO! Apenas muuuuito
fofo! Desta vez, Audrey é a Princesa Ann, uma jovem que quer ser normal como todas as outras, quer dizer,
ela deseja não ter todas as atribuições de uma princesa. Em Roma, a garota foge
de suas obrigações e acaba se encontrando com um repórter que vê nela a oportunidade
de conseguir uma boa qualificação no jornal, no caso ele quer ser o dono de um
grande furo, isso sim (esses jornalistas, eu nem sei o que falar), mas as
coisas fogem do controle quando ele se apaixona pela Realeza.
De 1953, este foi o
filme responsável por dar a Audrey seu primeiro Oscar! Além disso, ainda
recebeu o prêmio de Melhor Figurino e Melhor História Original.
Cinderela
em Paris (Funny Face)
Admito que de todos os
meus selecionados este é o que menos gosto, e não me perguntem o motivo. Assim
como todos os outros filmes da atriz, este também esteve ligado a moda, no
entanto seu vinculo era mais forte, pois trata exatamente disso. Uma bibliotecária, Jo Stockton, é encontrada
por acaso por um fotógrafo de uma revista famosa dos Estados Unidos, que faz
algumas fotos dela e por algum motivo acaba-a convidando para ser sua modelo
fotográfica em Paris, enquanto tudo isso acontece são cantadas e dançadas
várias músicas.
Lançado em 1957, Audrey
teve como parceiro nesse projeto, o famosíssimo Fred Aistare.
Minha
Bela Dama (My Fair Lady)
Pense numa pessoa que
surtou quando achou esse filme na loja, assim fui eu! Já tinha lido algumas
coisas sobre ele e estava bem curiosa para assistir. Sabia que originalmente
era uma peça de teatro que foi adaptada para a sétima arte? Pois é! Ele também
é um musical, e tem umas músicas que ficam grudadas na nossa cabeça, mas que
são bem complicadas de aprender.
Eliza Doolittle é uma
florista, que não tem muitos modos, mas que durante uma de suas vendas conhece
o professor de fonética Henry Higgins (Rex Harrison), que ao ouvir o sotaque
horroroso dela aposta com um amigo que dentro de alguns meses consegue
transforma-la em uma dama da alta sociedade (talvez isso pareça um pouco com uma
novela da Rede Globo, né?). E ele consegue, mas a altos custos. E nesse meio
tempo, todo mundo sabe, eles acabam se apaixonando.
Esse filme também foi
um grande vencedor de Oscar, em 1965, levando pra casa as estatuetas de Melhor
Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia,
Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som. Ufa!
Audrey ainda tem muitos
filmes maravilhosos (e românticos), e eu espero conseguir algum dia assistir a
todos eles, ou pelo menos, a uma boa quantidade deles. Enquanto isso acho que
vou continuar vendo os meus favoritos pela milésima vez.
Gabriela
Santos
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