Final de semana é dia
de feira? Pois, Vitória da Conquista não poderia ficar de fora dessa tradição,
mas dessa vez de um jeitinho diferente. Nos últimos dias 16 e 17, empresários
da cidade decidiram com o apoio da prefeitura promover uma feirinha
gastronômica, cultura e arte num espaço público, mais precisamente numa praça.
Pensem nas variedades
de cheirinhos de comidas? Tinha de tudo um pouco: doces, comidas típicas,
levinhas, mais pesadas. Comidas orientais, fast food, cervejas, até comida
vegana. Eram opções para todos os gostos.
E se feira é variedade,
as opções foram além das comidas! Tinha também stands de artesanatos,
camisetas, bijuterias e artigos da cultura pop. Era impossível não dá uma
paradinha para olhar, namorar os produtos e contar as moedinhas para tentar
levar algo para casa. As vendedoras das barriquinhas que passei eram super
simpáticas e gostei da recepção.
Para completar o clima,
o ritmo de feira tinha que ser contagiante, e nesse quesito DJs e bandas deram
conta do recado. Rapha, Paulinha Chernobyl e DJ Loro Voodo tomaram conta do som
da pista. E as bandas Dost e The Outsiders arrasaram no som ao vivo.
Infelizmente, só
consegui ir ao Domingo. Passei rapidinho ao meio dia e o clima estava muito
gostosinho, então resolvi voltar mais tarde. Lá pelas 17h, no finzinho da
tarde, também já era finzinho. Se fomos falar de em termos de feira, na segunda
passadinha eu cheguei na xepa. Queria um cupcake, mas não achei mais. Então,
tive que matar a vontade com algodão doce.
Por realmente ser fim
de evento, as comidinhas já estavam em seu “status” de despedida. Mas o som meio
country da banda The Outsiders foi muito gostoso. Algo bem íntimo, de “interior”,
mas bem sofisticado. Dava vontade de ficar ali ouvindo a noite toda. Realmente
adorei a banda.
Vamos
vender nosso peixe? Olha a ficha, olha a ficha. O evento
foi gratuito, mas consumir lá tinha que comprar fichas. Estavam vendendo
fichinhas de 3, 5 e 10 reais. Não verifiquei o preço das comidas mais
caprichadas, mas os lanches que fiz couberam no bolso. A única dificuldade era
achar os carinhas das fichas quando o ambiente estava lotado. Tanto que muitos
stands já estavam vendendo sem precisar necessariamente trocar o dinheiro pelas
fichas.
De início achei o
espaço um pouco apertado, ainda mais com o vai-e-vem de pessoas, e os toldos
não contribuíram com ventilação. Porém, no momento em que estive lá, isso não
roubou a motivação de estar rodando na feira.
Aberto para o público o
Dia de Feira, foi um evento que poderia acontecer regularmente. E realmente
espero que aconteça. Os organizadores mencionaram que seria uma proposta itinerante
e ainda pode rodar muitas praças da cidade, o que seria ainda mais
interessante: levar novidade, variedade e lazer para diversos públicos que querem um
lugar para espairecer ou para atrair aqueles que estão de passagem.
Por fim – e para minha
falência – não resisti e comprei um botton lindinho e gashapons que estava
namorando há tempos. Foi meu presente de Natal atrasado e estou vivendo bem com
essa desculpa. Haha
Acho que nunca foi tão
legal ir fazer uma feirinha e trazer umas sacolinhas para casa.
-
Paula
Joane















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